Mel rap aháza

---------------------x Só estou colocando essa crônica para aquecer os dedos. Não comentem aqui, esperem que daqui a pouco vou postar algo mais trabalhado. Eu sei que não falo muito de minha rotina, mas não estou muito poética hoje. Até já.

Quando sozinha em casa, costumo ligar o rádio num volume ensurdecedor e escutar meus raps, que minha mãe acha agressivo demais para uma garota de 15 anos. Eu sei cantar as músicas, mesmo aquelas bem sujas, que a cada cinco palavras sete são palavrões. Costuma dar certo, me desestressa.
Estava então cantando meu 3OH!3, com o nariz tampado por causa da sinusite (sim, é uma coisa crônica e revoltante), quando fui pegar mel para comer. Peguei a colher, coloquei em cima do balcão e virei a bisnaga para apertar.
Apertei por muito tempo: não saiu nada. Então tive que ficar dançando com o mel para ver se descia até a abertura. Foi extremamente humilhante, me senti muito retardada (e olhe que eu sou naturalmente retardada).
Dez minutos, apertando muito, exausta.
E quando coloquei o negócio na boca foi que lembrei que estava sem o olfato e paladar por causa da sinusite. Ainda bem que meu rap estava lá.

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