Segundo moças

Não sei, não gostei muito do texto. Ficou meio clichê, meio novela mexicana. Estava sem postar por três dias, o que é uma vergonha, então escrevi o que vinha à cabeça. Fez sentido para mim, espero que alguém entenda como eu gostaria de me sentir.
Rasga-me o semblante saber que tudo era inlucidez. Por aquele segundo de vida, tive certeza de que meu papel era amar. Mas como posso criar amor? Amor nasce no nascimento, nasce no choro de quando o ar se molda ao pulmão pela primeira vez. Se nasci sem amor, não tenho como passá-lo pelo meu calor até que chegue a você.
É lamentável como sempre vivi achando que amava. Consigo amar? Consigo simular amor? Mas que insulto, o Amor merece mais respeito de minha parte. Mas aquele segundo... aquele segundo era real demais. Eu podia segurar o tempo com a ponta do sorriso, e ele se balançava como amora preta, aquela que se atira à boca da gente. Aquele segundo me fez ter certeza que nasci amante da sua graça.
Reservei, então, minha parte mais humilde do espírito, para pedir a você que me dê o seu amor em troca de meu sorriso. Eles não mais faltarão em nenhum de nós. Você pode me dar esse amor? Você pode fazer com que aquele segundo se transforme no resto de minha respiração moçal? Quanto mais perto de você, sei que mais perto estou de morrer, porque só irei descansar quando você estiver uniformemente dentro de mim.
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11 escafandrinhos disseram algo:

Sara Roosevelt disse...

"É lamentável como sempre vivi achando que amava. Consigo amar? Consigo simular amor?"
*-*

E como me lembrei de mim nessa parte . =]

Vc e seu jeito tão meigo de escrever ! :)

Brunno Lopez disse...

Isso é adorável e derradeiro.
Tem uma maneira incandescente de escrever, algo que não consigo mais escrever.

Obrigado pelas palavras, significa muito saber que as letrinhas são mesmo percorridas pelos olhos de alguém.

Sobre o amor, talvez não devamos levá-lo tão a sério. Se ele nota que o fazemos de importante, vira uma bagunça exacerbada em nossas vidas geladas.

Beijo.

Pasárgada disse...

Não tenha medo de ser clichê quando escreve! Não tenha medo de ser breve e nem tenha medo de passar muito tempo sem escrever. Como acabei de falar para outra pessoas, hiatos sempre acontecem no mundo da escrita.

bom, teu blog é fofo.
estou seguindo!
beijo
Ingrid Brasilino

Patrícia Alves disse...

como não gostou do texto? Ele ta lindo! Parabéns!
Adorei seu blog .. segui ;D
bjsbjs

www.history-end.blogspot.com

Thaíse L. disse...

Letícia, me indentifiquei muito com seu texto, eu também ja parei para pensar se eu realmente amo, mais as vezes só acho que amo, é meio complicado.
Mais seu texto ficou ótimo, é incrivel como escreve bem e como amo tudo que vc escreve.
Beijoos enooormes!

Larissa disse...

Incrível semelhança que compartilhamos agora. É como se eu tivesse me vendo há uns anos atrás, quando eu pensava que não existia amor dentro de mim. Mas os anos de passaram e eu fui percebendo que eu já era o amor, era pelo menos o resultado entre o amor dos meus pais. Hoje posso dizer que transpiro amor, pois finalmente pude aceitá-lo como é.

Um beijo.

Camila. disse...

O amor é muito complicado, eu desisti de entender. Ah, o texto ta ótimo, eu consegui entender, eu acho :D
beijos.

Cris . disse...

aah e eu nem tenho o selinho de divulgação :/


:*

Cris . disse...

me dê o seu amor em troca de meu sorriso.
seria uma otima troca :)
quanta inspiração amiga,
o amoor aii o amoor machuca não é ?
ingrato *-*

xerins :*

Camila. disse...

Também achei que estava muito pausado, mas é que a frase do Bloínquês era assim e se eu mudasse de uma hora pra outra ia ficar meio estranho.
Mas muito obrigado :D
bjs.

Lury Sampaio disse...

Passastes-me com profundidade o que querias retratar. Já senti isso, esse amor arrebatador que nos faz sentir algo tão sublime que parece que poderiamos morrer naquele instante que morreriamos feliz.