Eterna Clarice Lispector


Se pudesse reviver dois de meus escritores preferidos, seriam eles: Michael Ende (o do livro Momo e o Senhor do Tempo) e Clarice Lispector. Ambos são simplesmente fantásticos, e quanto mais os conheço, maior o meu interesse sobre literatura. Mas hoje falemos apenas de Clarice.

Sei que ela nasceu na Ucrânia, e foi, como Michael, perseguida por nazistas, pois era de familia judia. Morreu no Rio de Janeiro em 1977, com apenas 57 anos de idade. Seus textos seguiam linhas introspectivas, para mim muito profundos e sentimentais (o que, para os que me conhecem e sabem, é totalmente o meu mundo).
Estava hoje revirando umas comunidades no Orkut quando vi um texto que me chamou a atenção. Quando vi o autor da frase era, como já aconteceu muitas vezes, de Clarice, e então resolvi compartilhar com vocês.
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"Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre."
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Conclusões e opiniões à parte, isso é basicamente o modo como tenho vivido, e não que seja significativo, porque eu sei que adolescente, e ainda mais na minha idade, muda de conceito, opinião e pensamento em pouquíssimo tempo. Mas não me acho tão influenciável, pelo menos não ao ponto de mudar tanto de opinião como vejo por aí.
Bem, isso foi mais um pouco de mim. E os comentários? Estou esperando outros pontos de vista!

Ah, e à propósito, ganhei de dia das crianças (quem diria) um prente da minha avó Neise. Chama "O Beijo das Sombras", da escritora renomadíssima Richelle Mead. No meu conceito, ele segue um pouco a linha da saga de "Crepúsculo", de Stephanie Meyer.

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